Compositor: Não Disponível
A nós dois causou dano
E não vejo remorso
Pois, a sequela de seu engano
A faz sentir-se superior
Até nós éramos inimigos em discórdia por seu amor
Caímos feios em suas garras
Não sabemos quem foi mais idiota
Entre tu e eu
Os últimos tontos, uma canção
Para onde a mandamos para o inferno
E morreu
Tomará que ela sofra assim em carne viva por todos os seus delitos
Os últimos que vimos seu interior
Por dentro é maligna, negro o coração
Ela possou a destreza de amarrá-lo
Vestida de anjinho
Proponho uma trégua
Não quero ser teu rival
Por essa maldita que nos pagou mal
Tarde, mas você deve saber
Que não vale a pena
Traga-nos tequila, uísque e um litro de rum
Hoje e só uma orgia de bachatas e licores
Esses reis não querem dor de uma suposta rainha
Olhe
Chegou os que sabem
És tu o rei supremo
O rei
Os últimos tontos, uma canção
Onde a mandamos para o inferno
E morreu
Tomará que ela sofra assim em carne viva por todos os seus delitos
Os últimos que vimos seu interior
Por dentro é maligna, negro o coração
Ela possou a destreza de amarrá-lo
Vestida de anjinho
Proponho uma trégua
Não quero ser seu rival
Por essa maldita que nos pagou mal
Tarde, mas você deve saber
Que não vale a pena
Traga-nos tequila, uísque e um litro de rum
Hoje e só uma orgia de bachatas e licores
Esses reis não querem dor de uma suposta rainha
Bravo, bravo
Compartilhamos as tristezas, a desgraça e a condenação
De serem os finalistas que enganados pela morena
De joelhos embriagado com um rosário nas mãos
Eu peço a Deus que a castigue
Não tenha piedade dela, dela
(Que se queime no inferno do abismo) dela sim
(Por inconsciente e traiçoeira) dela
(Com os homens não se joga)
Tomará que a leve o diabo e nos vamos gozar
Tomará que a leve o diabo e nos vamos gozar
Porque você jogou bem comigo, essa boa desgraça
Que ela fique no inferno
Nós vamos a celebrar
Aí, que festa
Filha da sua maldita mãe